Controle parental no Tiktok

Controle parental no TikTok: O que é e como usar?

   O tiktok é uma das redes sociais mais utilizadas do momento, mesmo sendo bastante conhecida, muitas pessoas ainda se perguntam: o que é TikTok e, porque é tão popular?

   Se você está preocupado com o quanto tempo os seus filhos andam mexendo no celular, mas não sabe o que eles fazem, saiba que possivelmente estão passando bastante tempo no TikTok. Sendo uma das maiores plataformas de compartilhamento de vídeos curtos, e é usado para conteúdos de todos os tipos, desde comédia até vídeos educativos.

   Referente ao limite de idade, o TikTok ajusta automaticamente as configurações de privacidade de um usuário com base na data de nascimento inserida ao criar sua conta. Mas qualquer um pode mentir sobre sua idade. Embora o TikTok não faça verificações de idade quando um usuário se inscreve, ele afirma ter “moderadores” treinados para prever e relatar quando um usuário é suspeito de ser menor de idade.

   Controlar o tempo que seus filhos ficam em seus dispositivos e garantir que não estejam enfrentando problemas na rede é parte do papel de ser um pai ou mãe. A plataforma adicionou a possibilidade de fazer isso, por meio de uma ferramenta chamada emparelhamento familiar.

Como usar o emparelhamento familiar?

   Para que você possa usar o emparelhamento familiar é necessário que você crie uma conta no TikTok. Vale lembrar que a idade mínima para uso do TikTok é de 13 anos. Com a sua conta criada, você precisa emparelhar as duas contas, coisa que deve ser aprovada em ambos os smartphones. Depois, escaneie o código QR na seção de “Bem-estar Digital” da conta do seu filho. Siga o passo a passo abaixo para uma explicação mais completa.

   Primeiro, abra o TikTok em ambos os celulares;
Agora, vá até o perfil nos dois celulares e role até a seção de “Bem-estar Digital”;
Clique em “Emparelhamento familiar” selecione se o smartphone é do adulto ou do adolescente;
No smartphone do adulto, digitalize o código QR que está no do seu filho;
Pronto, agora você tem acesso a todos os recursos de segurança protegidos por senha dos pais;

   Com o emparelhamento familiar ativo, você pode gerenciar o tempo de tela de seus filhos de maneira remota, indo no “Bem-estar Digital” e em “Gerenciamento de tempo da tela”, onde pode definir um tempo e uma senha.. Para desativar isso, é só seguir os mesmos passos.

   Também pode controlar quem manda mensagens diretas para a conta de seu filho ou até completamente desativar as mensagens diretas de maneira remota. Para fazer isso, vá no perfil, nas configurações, role até “Privacidade e Segurança”, selecione “Quem pode enviar mensagens para você” e escolha “Todos”, “Amigos” ou “Desativado”.

   Além disso, dá para restringir conteúdos inapropriados ativando o modo restrito de maneira remota. Para tal, basta ir em “Bem-estar digital” e “Ativar modo restrito”, escolhendo uma senha. Para desativar, basta seguir os mesmos passos!

   É importante auxiliar a criança no uso e procurar saber o que ela faz na rede e com quem interage, sempre explicando que o número de curtidas e seguidores não deve ser o objetivo maior do uso da plataforma.

Como falar com crianças e adolescentes sobre séries como Round 6

como falar com crianças e adolescentes sobre séries como Round 6

Cenas de sexo e violência podem impactar desenvolvimento psíquico e levar crianças a reproduzir conteúdos de filmes e séries.

O avanço tecnológico e as plataformas de streaming popularizaram o consumo de produções audiovisuais do mundo todo, mas também possibilitaram o consumo de séries e filmes com conteúdo violento por crianças e adolescentes.

A recente estreia “Round 6”, produzida pela Netflix virou sucesso no mundo todo e bateu o recorde de série mais assistida na história da plataforma. Com a classificação indicativa de 16 anos, os episódios abordam conteúdos de violência, sexo e suicídio, que podem impactar negativamente no desenvolvimento psíquico de crianças e adolescentes.

A questão não é recente. Séries como ‘The Walking Dead’, não indicada para menores de 16 anos, e ‘Sobrenatural’, não indicada para menores de 14, já foram muito populares entre crianças mais novas. Além disso, é necessário citar também as redes sociais, principalmente instagram e Tik Tok, onde muitos desses conteúdos são popularizados e não há filtro de acesso, deixando as crianças expostas a tudo. Vale lembrar também do Youtube, que apesar de ter conteúdos destinado as crianças, ainda possui um acesso fácil aos demais vídeos. 

Cada família é responsável em decidir o que é melhor para seus pequenos, no entanto, é necessário reforçar a importância de haver um controle, ou, no mínimo, orientação sobre o acesso a conteúdos sensíveis nesse público mais jovem. Nós enquanto escola, devemos sempre orientar as crianças e nesse caso cabe também atualizar as famílias sobre os riscos e consequências de expor a cenas de violência ou sexo.

Por mais que a criança não entenda o contexto apresentado, é possível notar que esse tipo de acontecimento não está presente em seu dia a dia, o que pode leva-la a tentar reproduzir com os colegas, mesmo que por brincadeira. Uma vez que não sabemos como a criança irá interpretar e lidar com a exposição a estes conteúdos, é fundamental conversar caso aconteça e explicar que se trata de algo que não é real e não deve ser reproduzido.

De acordo com psicólogos, a autonomia intelectual para distinguir o que é realidade e o que é fantasia está em formação em crianças de menos de 12 anos. Por isso, elas ainda não conseguem analisar o efeito das escolhas que fazem, nem mesmo têm capacidade para interpretar esses conteúdos de modo que não tragam prejuízos para seu processo de desenvolvimento.

Como lidar com essa situação?

Evite conteúdos inadequados
Não assista conteúdos inadequados a crianças na presença delas. Dê preferência a conteúdos infantis quando estiverem assistindo juntos. Isso mostra que o conteúdo que elas assistem é divertido e interessante e não gera curiosidade sobre assuntos inadequados.

Crie um perfil infantil
Os serviços de streaming oferecem perfis infantis com filtro de conteúdos. Crie uma conta para seu filho e mostre o tanto de conteúdo legal que ele tem acesso. Explique que ele pode assistir o que estiver ali e, caso queira ver algo de outro perfil, é preciso pedir permissão antes. Alguns serviços de streaming oferecem a possibilidade de criar senhas para restringir o acesso a perfis –o que impede crianças de abrir conteúdos dos pais, por exemplo.

Confira o que a criança está assistindo
Também é possível acessar o histórico do aplicativo e verificar o que foi acessado anteriormente. Faça isso e confira o que a criança assiste quando está sozinha.

Converse
Se a curiosidade surgir, converse com a criança sobre os conteúdos inadequados. Explique, sem detalhes, o assunto em questão. Por exemplo, diga que agressão é crime e não deve ser cometida, aceita ou reproduzida. Explique que o que ela viu é uma ficção e não deve ser feito na vida real. E se a curiosidade persistir, diga que ela pode sempre perguntar para um adulto de confiança.

Guia da classificação indicativa
No Brasil, as produções audiovisuais veiculadas na TV, em cinemas, distribuídos digitalmente ou por outros meios de comunicação precisam ser devidamente classificadas de acordo com a faixa etária indicada. A orientação é do Ministério da Justiça e está descrita no guia prático de classificação indicativa.

As classificações podem ser:

Na TV aberta, por exemplo, cenas de sexo, consumo ou alusão a drogas ou violência só podem ser veiculadas a partir de horários específicos e sempre deve apresentar a classificação indicativa. O objetivo é informar aos pais e responsáveis se o que está sendo exibido é ou não recomendado para crianças e adolescentes.

Conteúdos disponibilizados por serviços de distribuição ou de streaming também precisam ser classificados. Mas, como nestes casos o horário de exibição não é controlado, os profissionais reforçam a necessidade de um controle parental para evitar o consumo indiscriminado de produções não recomendadas. Apesar disso, o consumo de conteúdos inadequados não é proibido, desde que seja permitido por um responsável legal que assuma os riscos da exposição não indicada.

Matéria original do G1

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POR UM MUNDO MELHOR

POR UM MUNDO MELHOR

A pandemia fez muitas famílias despertarem para a urgência de adotar maneiras mais sustentáveis para viver. Ouvimos especialistas e quem já é adepto de boas práticas nesse sentido, e reunimos algumas dicas que podem ajudar você nessa empreitada também.

Não há indícios de que o planeta Terra vai deixar de existir tão cedo, mas vivemos um momento crucial para nossa existência como espécie. O ritmo e a forma como exploramos o planeta criou condições que colocam em risco nossa sobrevivência – a pandemia do novo coronavírus está aí como prova. Temos pouco tempo (até 2030, segundo critérios das Nações Unidas), mas ainda é possível controlar o impacto que causamos e reverter os processos de destruição: o aquecimento global é o mais grave deles.

“Nunca é tarde para despertar”, disse à CRESCER o ambientalista brasileiro Ailton Krenak, autor de A vida não útil (Companhia das Letras). “Mas precisamos entender que não existe “lá fora” em nosso maravilhoso planeta, que deveria ser percebido como um jardim. Se você está num jardim e joga uma tampinha de garrafa ali, ela vai ficar dentro do planeta e não vai para fora. Como mães e pais da futura geração, nosso papel é ainda maior: permitir que floresça nas crianças o senso de comunidade, a ideia de que faremos parte de um coletivo formado não só por pessoas, mas por outras espécies de animais e vegetais. “Cabe a nós incutir em nossos filhos e filhas, desde cedo, hábitos ambientalmente responsáveis”, diz Flavio Bassi, vice-presidente para a América Latina da Ashoka, uma organização civil global  bque fomenta o empreendedorismo social. A entidade promove ações de sustentabilidade em 300 escolas privadas e públicas espalhadas pelo mundo, sendo 21 delas no Brasil.

 

CADA PASSO IMPORTA

Se a covid-19 mostrou o quanto estamos vulneráveis em relação à saúde – física e mental -, à economia e aos afetos, por outro lado, fez brotar em muita gente a vontade e a necessidade de agir de maneira mais ambientalmente consciente. Mostrou, também, que mudanças no ritmo de consumo têm efeito, sim. Em 2020, com a desaceleração da economia e a diminuição no deslocamento devido às medidas de isolamento, as emissões de gases de efeito estufa caíram cerca de 20% no mundo, segundo levantamento feito pela Nasa. E podem diminuir ainda mais, sem que, para isso, seja preciso vivermos confinados. O inevitável, porém, é rever alguns hábitos.

Talvez você se pergunte como a sua pequena família pode fazer a diferença em um mundo com 7 bilhões de pessoas. Bill Gates, em seu recém-lançado livro Como evitar um desastre climático – as soluções que temos e as inovações necessárias (Companhia das Letras), dá a resposta: “É fácil nos sentirmos impotentes diante de um problema tão grande quanto as mudanças climáticas. Mas algumas coisas estão ao nosso alcance. E não é necessário ser político ou filantropo para fazer a diferença. Você tem influência como cidadão, consumidor e trabalhador”.

Ele nos lembra de que, quando paramos de consumir algo, adotamos atitudes mais responsáveis e influenciamos mais pessoas a fazer isso, logo esse recado chega aos fabricantes ou ao poder público. E nem precisa virar youtuber ou instagrammer. “Dá para começar organizando a coleta de lixo do seu condomínio, por exemplo”, diz a empresária Luanda Oliveira, 39 anos, mãe do Leonar, 3 anos, de Belo Horizonte (MG). “Além disso, pais e mães são os principais influenciadores da próxima geração. E sabemos que o contrário também é verdadeiro, pois estudos internacionais, como um relatório publicado pela Universidade do Oregon (EUA), apontam que as crianças, uma vez conscientizadas na escola, levam as informações para a família. Essa pesquisa mostrou que, quando os pequenos aprendem a importância de economizar energia elétrica, começam a mudar os hábitos em casa e são seguidos pelos pais. Claro que você não vai frear o aquecimento global deixando de usar determinado produto, mas, se o consumo desse item cair, a indústria rapidamente perceberá e tentará encontrar uma solução para reconquistar seus consumidores. Uma alternativa mais sustentável e acessível, talvez.

UMA NOVA LÓGICA

Agir de uma forma menos agressiva ao meio ambiente fica mais fácil se olharmos para nosso comportamento de maneira diferente e desconstruirmos algumas crenças. Os principais bens de consumo-eletrônicos, eletrodomésticos, carros, roupas, móveis e até imóveis – não quebram ou ficam obsoletos rapidamente por uma questão técnica. A culpa é da “obsolescência programada”.
O nome é difícil, mas a ideia é fácil de compreender. “Sabe aquele liquidificador que você comprou há seis meses, mas o copo quebrou e, agora, não dá para arrumar porque não tem peça para trocar ou um novo custa quase a mesma coisa? É isso”, explica a designer e pesquisadora Lia Assumpção, 43 anos, de São Paulo, que é autora de uma dissertação de mestrado sobre o tema.
Segundo ela, nem sempre foi assim. O liquidificador, a máquina de costura ou o rádio a pilha da sua avó duravam anos. Talvez você até tenha herdado um deles. “Construir objetos para que durem pouco é uma estratégia de mercado que surgiu nos Estados Unidos nos anos 1920”, diz. Nessa época, havia um grande potencial produtivo, mas pouca demanda, porque as coisas não quebravam e os consumidores viam valor nisso. “A indústria, então, passou a desenvolver produtos mais frágeis e a lançar modelos novos com frequência.” 
Como consequência, as pessoas começaram a comprar não só porque precisam, mas porque aquele produto tem um design diferente, mais moderno. Criou-se, assim, outra lógica de consumo. E ela foi sendo reforçada ao longo do tempo até chegarmos à situação atual, em que coleções de moda se renovam completamente a cada trimestre, e pessoas passam horas em filas só para comprar um celular de cor diferente ou com uma câmera discretamente mais evoluída.

“Além de adotar práticas sustentáveis na alimentação, higiene e outros hábitos da família, é importante olharmos para a formação das crianças para que elas percebam, desde cedo, que fazem parte de um todo. E isso pode começar na escolha dos brinquedos e brincadeiras. Dou para minha filha tanto massinhas industrializadas quanto argila. Ela mesma já percebeu que a natural recupera a consistência quando volta a ser umedecida, que faz parte da natureza. Também costumamos usar objetos da casa como brinquedos. Em vez de comprar um escorregador de plástico ou mesmo de madeira, usamos um colchão. Além de econômica, a prática é muito lúdica e mostra a versatilidade dos objetos. Ah, e damos muita importância para a contação de histórias. A literatura, afinal, é fundamental para o desenvolvimento da empatia.”

FLAVIO BASSI, 38 anos vice-presidente da Ashoka, pai da Stella, 3 anos, São Paulo (SP)

Diante de uma provocação para que, ao saber de tudo isso, repense seus hábitos, você pode até se apegar ao argumento de que tem o direito de gostar de algo novo. Ou ainda que a vida está corrida demais para gastar tempo procurando uma assistência para o seu fogão quebrado. Mas talvez o preço a pagar por essas escolhas seja alto demais. “Se o futuro da humanidade for decidido na sua ausência porque você está ocupado demais alimentando os seus filhos – você e eles não estarão eximidos das consequências. Isso é muito injusto, mas quem disse que a história é justa?”, afirma o historiador israelense Yuval Noah Harari e um dos maiores pensadores do nosso tempo em seu livro 21 lições para o século 21 (Companhia das Letras).

A BASE DO ESTRAGO

E sabe por que o foco das mudanças está no consumo? Porque, por trás de tudo aquilo que usamos para sobreviver, há uma cadeia que depende de água e energia (entre elas, as de maior impacto, como a elétrica e a queima de combustíveis fósseis), lança toneladas de gases de efeito estufa na atmosfera e gera montanhas de resíduos para o ambiente.
A água merece atenção especial. Sem ela, afinal, não há forma de vida possível. E tendemos à sensação de que, por ser um recurso natural e renovável, sempre estará disponível. Só que não é bem assim. Ela não é inesgotável, por isso, vivemos a maior crise hídrica da história do planeta. “Um quarto da população mundial vive níveis de estresse hídrico”, alerta a escritora americana Melanie Mannarino, autora do livro recém-lançado nos Estados Unidos The (almost) zero waste guide (“O guia do desperdício (quase) zero”, em tradução livre para o português), em que dá 100 dicas para reduzir o desperdício de maneira leve.
É verdade que já criamos tecnologia para irrigar desertos ou aproveitar volumes poluídos. Em Portugal, por exemplo, é possível beber água de esgoto reciclada – e foi lançada até uma cerveja para divulgar o feito. Mas ainda são caros. Dessa forma, algumas regiões, sobretudo as mais pobres, não têm o que beber, muito menos irrigar plantações. Grandes cidades também correm o risco da seca, como já aconteceu em São Paulo, em 2015. Daí a importância de controlar tanto o tempo de banho (seu e da sua família) quanto a vontade de comprar uma nova calça jeans para o seu filho, já que a produção de uma peça consome mais de 5 mil litros de água, segundo levantamento do Movimento Ecoera.

Também é fundamental rever pequenas atitudes – e incluir a família nesse processo, inclusive as crianças. Hábitos como desligar lâmpadas e aparelhos elétricos quando não estão sendo usados, escolher ir a pé ou usar bicicleta sempre que possível, preferir as janelas abertas às luzes acesas, e cuidar do próprio lixo, para que o mínimo possível cheguem aos aterros, deve fazer parte da agenda de todos da casa.

Importante: “Você não precisa adotar um estilo de vida tudo ou nada para viver de forma mais sustentável e amigável o meio ambiente”, diz Melanie. Cada atitude ajuda a diminuir o impacto total sobre o planeta. Ao longo desta reportagem, reunimos diversas dicas para levar a sua família a uma vida com mais consciência. Elas são conselhos de influenciadores que tratam do tema, incluindo Melanie Mannarino e Bill Gates, além de orientações de ONGs e órgãos públicos. Inspire-se e, na medida do possível, parta para a ação. Lembre-se que as crianças aprendem pelas nossas atitudes e não apenas pelas palavras. Um passo de cada vez, mas sempre firme!

Em casa

CONFIRA CONTAS DE ENERGIA E ÁGUA MENSALMENTE

Saber o quanto você consome normalmente ajuda a identificar gastos fora da média que podem ser indício de vazamentos.

SAIBA ONDE FICA O REGISTRO DE ÁGUA

Já pensou ter de procurar o local durante o rompimento de um cano? Quanto mais rápido chegar até ele, menos água será desperdiçada.

REPARE TODO E QUALQUER VAZAMENTO

Torneira pingando em…
Ritmo lento - 10 litros/dia
Ritmo médio - 20 litros/dia
Ritmo rápido - 32 litros/dia
Filete - até 442 litros/dia

TOME BANHOS DE ATÉ 5 MINUTOS

Para a Organização Mundial de Saúde, uma pessoa precisa de 110 litros de água por dia para higiene e consumo. Uma ducha ligada por 15 minutos gasta 135 litros de água. Seu filho ama brincar no chuveiro? Coloque os brinquedos numa bacia com água e feche a torneira.

REGUE AS PLANTAS PELA MANHÃ

Quando o sol está muito quente a água de rega evapora rápido e nem sempre atende a necessidade da planta. À noite, ocorre o contrário a água pode ficar parada prejudicando o vegetal.

PREFIRA A LAVA-LOUÇAS

Uma máquina para 44 peças utiliza cerca de 40 litros por ciclo. Já uma torneira aberta durante 15 minutos consome por volta de 117 litros. Para o aproveitamento máximo, porém, o eletrodoméstico deve estar completamente cheio.

INSTALE DESCARGAS "DUPLO FLUXO”

Um equipamento antigo ou defeituoso pode gastar até 30 litros de água a cada vez que for acionado. As versões mais modernas com duas opções de fluxo, consomem 3 ou 6 litros de acordo com a necessidade.

PREFIRA LUZ NATURAL

Nos ambientes onde você e sua família circulam durante o dia, como a cozinha, a sala e o tão falado home office, deixe as cortinas abertas ou prefira aquelas mais translúcidas, para aproveitar ao máximo a luz do sol que é de graça e não causa impacto.

MORE ONDE JÁ MOROU ALGUÉM

Demolir e construir casas e prédios consome toneladas de materiais e também gera grandes volumes de resíduos, como restos de telhas, tijolos, azulejos, canos, fios e por aí vai... Se você precisa se mudar, uma saída mais sustentável é escolher um imóvel usado e fazer nele apenas os reparos necessários para o conforto e a segurança da sua família.

Compras

SUBSTITUA O DESCARTÁVEL PELO REUTILIZÁVEL

Diante de uma gôndola de supermercado dê sempre prioridade a embalagens reutilizáveis, como as de vidro, principalmente daquelas marcas que se responsabilizam pela coleta.

DIGA TCHAU PARA A SACOLINHA (MAS NÃO COMPRE MUITAS ECOBAGS)

Uma das saídas para reduzir o impacto é substituir as sacolas por ecobags de pano e material reciclado. Mas isso significa comprar o necessário, já que a produção também causa impacto. Em vez disso, reaproveite sacolas, construa novas com restos de tecido e outros materiais, como papelão.

TROQUE ROUPAS COM AMIGOS E PARENTES

O mercado da moda é altamente impactante. Além dos químicos e corantes utilizados na produção, há o problema da exploração da mão de obra, sobretudo nas linhas de fast-fashion. A ordem, portanto, é comprar o mínimo possível. Em vez disso, experimente usar peças de segunda mão ou alugadas. 

aLIMENTAÇÃO

LAVE ALIMENTOS EM UMA VASILHA ASSIM:

1. Por 15 minutos, mergulhe frutas, legumes e folhas de verduras em solução composta de uma colher de sopa de cloro ou água sanitária para um litro de água.
2. Em seguida, passe os alimentos para uma outra mistura (duas colheres de sopa de vinagre para cada litro de água) por mais 10 minutos. Não precisa enxaguar.

OPTE PELAS VERDURAS HIDROPÔNICAS

Embora varie de espécie para espécie, o consumo de água para o cultivo dessas verduras é inferior ao do plantio convencional.

REDUZA O CONSUMO DE CARNE BOVINA (UM DIA JÁ FAZ DIFERENÇA)

A pecuária é uma das atividades que mais emitem gases de efeito estufa, os responsáveis pelo aquecimento global. Não é preciso ser vegetariano para isso (a não ser que seja uma escolha da sua família). Mas que tal tirar a carne do cardápio um ou dois dias por semana?

1 kg carne = rodar mais de 10 km de carro a gasolina.

 

ATENÇÃO À PANELA CERTA

Se você escolher uma panela muito baixa e larga para cozinhar uma batata, por exemplo, vai precisar de muito mais água para cobri-la do que se utilizar um tipo mais alto e estreito.

CONSUMA ALIMENTOS PRODUZIDOS LOCALMENTE OU A POUCA DISTÂNCIA

Para que a comida chegue à sua mesa, ela percorre diversos processos, entre eles, o transporte, que consome energia e libera gases de efeito estufa na atmosfera. Quanto menor a distância entre a produção e o prato, menor o impacto ambiental.

USE GUARDANAPOS DE PANO

Mesmo que consiga utilizar só um de papel por refeição, ao longo de um ano, serão 1.095 guardanapos ou 82.125 se você viver até 75 anos.

COMPRE A GRANEL

Desta maneira, você leva para casa a quantidade que vai precisar, evitando desperdícios e ainda dispensa o impacto da produção da embalagem. Melhor ainda se levar seus próprios recipientes.

PREFIRA ALIMENTOS DA ESTAÇÃO

Cultivar alimentos fora da época exige esforços, como sistema de irrigação e uso de fertilizantes. Além disso, quando a produção vem das regiões muito distantes, o impacto do transporte é mais alto.

APROVEITE TUDO

Calcula-se que um terço dos alimentos produzidos no mundo seja desperdiçado. Além de perdas no transporte e na produção, jogamos no lixo cascas, talos e outras porções que podem ser aproveitadas em caldos, refogados, geleias e outras receitas.

FAÇA SEU PRÓPRIO PRATO E TREINE O PEQUENO PARA ISSO TAMBÉM...

Coloque só o que você vai comer, mesmo que seja necessário se servir novamente.

Tecnologia e eletrônicos

SEMPRE QUE POSSÍVEL TROQUE O AR-CONDICIONADO POR VENTILAÇÃO NATURAL

Ele não só consome muito e energia como para resfriar o ambiente fechado, joga ar quente para a área externa, e com isso, colabora para o aumento da temperatura ao ar livre.

PREFIRA LÂMPADAS DE LED

Elas são mais econômicas (chegam a reduzir o consumo de uma casa em 85%) e têm vida útil maior. Para se ter ideia, uma lâmpada incandescente dura cerca de mil horas e a de LED, 30 mil.

DEIXE A GELADEIRA E O FREEZER LONGE DO FOGÃO E DA JANELA

Focos de calor fazem com que a geladeira ou o freezer tenha de consumir mais energia para resfriar os alimentos.

MANTENHA APARELHOS FORA DA TOMADA

Mesmo quando desligados se estiverem conectados à tomada, os equipamentos elétricos continuam consumindo energia. Isso pode chegar a 10% do consumo total da casa em um mês.

RESISTA À TROCA DE CELULAR E ELETRÔNICOS, COMO VIDEOGAMES

Você não precisa ter o modelo mais moderno, só porque é novo. Use o aparelho até que ele seja capaz de atender às suas necessidades Quando estiver obsoleto de verdade, procure o fabricante para o descarte correto.

Lixo

SEPARE

Estima-se que cada morador da casa produza, em média, 1kg de lixo por dia. É muito! Mas só cerca de 20% é, de fato, dispensável. O resto é matéria orgânica ou reciclável. Separar cada uma dessas porções é fundamental para diminuir o impacto gerado.

FAÇA COMPOSTAGEM

Cerca de 40% do lixo que produzimos pode voltar à natureza como adubo. É o lixo orgânico, sobretudo restos de vegetais e de alimentos. Há sistemas simples de compostagem que podem ser instalados até em apartamentos.

REUTILIZE O QUE FOR POSSÍVEL

Uma outra forma de diminuir a quantidade do que mandamos para os aterros é reaproveitar embalagens, pedaços de tecido e outros materiais. Um vidro de geleia pode virar recipiente para temperos ou vasinhos.

RECICLE

Se não for possível reutilizar os materiais, é imprescindível garantir que eles cheguem aos postos de reciclagem.

Locomoção e viagens

VÁ A PÉ OU DE BIKE

Diminuir o consumo de combustíveis fósseis e controlar as emissões de gases de efeito estufa é um desafio. Sempre que possível, faça trajetos a pé de bike ou de transporte público, inclusive com as crianças (fora da pandemia, claro).

ESQUEÇA OS SOUVENIRS

Lembrancinhas de viagem em geral vão parar no lixo ou em uma caixa empoeirada no fundo do armário. Registre os bons momentos em fotos e no coração.

FAÇA MALAS PEQUENAS

Quanto mais pesado o veículo, mais combustível ele consome. Por isso, reduza ao mínimo o peso da bagagem da família.

PEÇA NOTAS POR E-MAIL OU WHATSAPP

O papel térmico usado nas notas fiscais e comprovantes de compra, além de poluentes, contém substâncias tóxicas que podem causar problemas de saúde.

Higiene e limpeza

PREFIRA REUTILIZÁVEIS

Fraldas de pano podem ser menos práticas do que as descartáveis, mas não geram lixo e isso é valioso. Se não quiser fazer a transição completa, tente pelo menos substituir em uma das trocas. Ao longo de um ano, você terá jogado 365 fraldas a menos no lixo.

USE TAMPAS DE CERA DE ABELHA

Uma opções filmes de PVC para vedar potes e embalar alimentos são os panos que levam cera de abelha na composição. Eles são maleáveis, laváveis, permitem vedar potes, por exemplo - e duram bastante.

TROQUE AS ESPONJAS POR BUCHAS VEGETAIS

Uma das alternativas às esponjas convencionais, feitas de plástico, são as buchas vegetais, um material natural que é compostado facilmente. Elas podem ser usadas no banho, na louça e na limpeza em geral.

OPTE SEMPRE POR PRODUTOS COM REFIL

Há opções para sabonete, xampu e produtos de limpeza. Versões desses produtos em barra também evitam embalagens plásticas.

Brinquedos e brincadeiras

USE TINTAS NATURAIS

Seu filho pode pintar com borra de café ou suco de beterraba. Igredientes naturais são bons substitutos das tintas industrializadas e proporcionam uma experiência diferente.

TROQUE A MASSINHA POR ARGILA OU MASSA CASEIRA

Brinque com argila natural ou faça a versão caseira, misturando: 
4 xícaras (chá) de farinha de trigo
3 colheres (sopa) de óleo de cozinha
1 xícara (chá) e meia de água
1 xícara (chá) de sal

DEIXE SEU FILHO BRINCAR COM O QUE TEM EM CASA

 Uma tampa de panela pode ser a direção de um carro. Uma caixa de papelão pode ser um esconderijo. Dê asas à imaginação.

MANIFESTE-SE, MOVIMENTE-SE!

Tem muita gente querendo fazer algo. Você certamente não estará só se decidir resolver algum problema da sua comunidade a favor do meio ambiente. Junte-se aos vizinhos do prédio, do bairro, aos grupos das redes sociais. Discutam, tenham ideias e partam para implementá-las juntos. E sim, escutem e envolvam as crianças, sempre que possível. Lembre-se de que no zero a zero todo mundo perde. Ao dar um passo, organizando a coleta de lixo reciclável, por exemplo, vocês saem da inércia e o planeta e a vida ganham. Que tal começar agora?

 

Matéria original da Revista Crescer.

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Exemplo é tudo

Exemplo é tudo...

…e o seu filho tem muito a aprender com ele. Novos estudos mostram que a forma como os pais convivem entre si impacta o presente e o futuro das crianças. A seguir, especialistas contam como o seu relacionamento pode transmitir uma mensagem positiva e ensinar lições preciosas sobre respeito, cuidado e parceria.

Como criar filhos felizes? O que, de fato, precisamos fazer para que as crianças se sintam bem? São perguntas frequentes entre mães e pais. Foram questionamentos como esses, aliás, que levaram a psicóloga portuguesa Paula Cristina Serrano a começar seu trabalho de pesquisa na Universidade do Algarve (Portugal). Ela queria entender o que influencia, afinal, o bem-estar dos pequenos. Para isso, entrevistou 169 famílias com filhos de 2 a 13 anos. Perguntou sobre acesso à educação, faixa de renda, tipo de moradia… Spoiler: a resposta não estava em (quase) nenhum desses tópicos.

A pesquisa mostrou que, na prática, pouco importa salário, formação acadêmica ou estado civil. Para criar filhos felizes é preciso que, antes de tudo, os pais tenham um relacionamento feliz. “As variáveis demográficas não explicam por si só, de forma significativa, o bem-estar infantil. A satisfação conjugal é a única variável que pode fazer isso”, escreveu.

Em outras palavras, a felicidade do seu filho começa por você – e pela forma como os parceiros se relacionam. Pode parecer exagero, mas a pediatra e educadora parental Loretta Campos (GO) garante que existem boas explicações para isso. “Independentemente da estrutura familiar, o que traz a sensação de equilíbrio para a criança é o estreitamento da conexão. Ela se sente amada e conectada quando os pais demonstram interesse nela e entre si.”

Nesse ponto, os especialistas são categóricos: um relacionamento saudável ensina muita coisa aos pequenos. que eles observam dentro de casa serve como base para as outras relações que terão ao longo da vida. “A criança presta atenção em tudo desde bem pequena, e começa um processo de imitação. Quando os pais têm uma relação genuína, o filho leva esses estímulos por muito mais tempo”, diz a psicóloga Rita Calegari (SP).

Se surgiu a pergunta “será que estou no caminho certo?”, basta olhar para si. Se você e seu companheiro se respeitam, são carinhosos um com o outro e resolvem as diferenças na base da conversa, a resposta provavelmente é sim. Caso contrário, calma, ainda dá tempo de resolver. O primeiro passo é entender que um relacionamento saudável é um dos melhores exemplos positivos que pode deixar para o seu filho. O segundo… bem, esse você descobre colocando em prática as dicas que vêm a seguir.

Amor e parceria

Não tem jeito: quando um filho chega a relação com o parceiro se transforma. Mas isso não precisa (e nem deve) ser justificativa para deixar de lado o companheirismo que vocês tinham até então. Com uma criança em casa, mais do que nunca, é importante dividir as responsabilidades, as alegrias e as angústias. Pequenos gestos, como bater papo na hora das refeições, ver um juntos filme ou cozinhar, valem ouro. E todo mundo ganha com eles. Para as crianças, é fundamental ver que os pais se dão bem e que rem compartilhar experiências entre si.

E essa mensagem que o engenheiro de software Luiz Durăes, 40, e a administradora Thais Costa, 35, buscam transmitir ao filho Mateo, 2. “Ensinamos as crianças com pequenas atitudes. Aqui em casa, nosso filho vê que estamos o tempo todo juntos e dividimos as tarefas domésticas. Tenho certeza de que isso vai ser importante quando ele morar sozinho, tiver um relacionamento”, diz Thais. Mas eles também admitem: nem sempre essa é uma missão fácil. “A maior lição que tentamos deixar é a da nossa união. Por mais que a gente discorde em algumas coisas, nunca vou invalidar um posicionamento da mãe na frente dele. Se for preciso, conversamos depois, num outro momento”, conta Luiz. Ponto para eles!

Aceitação e amor próprio

Você provavelmente já ouviu aquela analogia sobre as máscaras de oxigénio no avião. Antes de decolar, os comissários avisam que, em caso de emergência, os adultos sempre precisam garantir a própria integridade antes de começar a proteger as crianças. Essa mesma lógica vale para os relacionamentos em família. Antes de ensinar sobre aceitação e autoestima, os pais devem trabalhar para, juntos, construírem esse ambiente de acolhimento. “A segurança emocional da criança vem daquilo que os pais transmitem. Se o relacionamento carrega violências e críticas, isso pode gerar inseguranças e baixa autoestima”, diz Loretta. Foi exatamente isso que um estudo da Universidade de Cambridge (Reino Unido) mostrou. Mais de 430 famílias foram acompanhadas do último trimestre da gestação até o 24° mês do bebê. Os pesquisadores observaram que a maneira como os pais se relacionavam afetava diretamente o comportamento das crianças. Quanto mais atritos, mais inseguros eram os filhos.

A boa notícia é que também existe um lado positivo nessa história. Se relações ruins influenciam negativamente as crianças, o oposto também é válido. E, de novo, voltamos à importância do exemplo. Quando veem que os adultos lidam bem com as diferenças e aceitam as individualidades um do outro, os pequenos ficam mais seguros para se expressar e ser quem eles são, sem medo de julgamentos. “Os filhos nascem, mas a gente continua sendo um casal, tendo sonhos e vontades próprias. Ao perceber que os pais se respeitam e também pensam em si, a criança vai entender na prática o que é aceitação e amor próprio”, diz Erica Mantelli.

Carinho e gratidão

Acredite: um beijo de despedida ou um abraço depois de um dia difícil fazem a diferença. Vários estudos já comprovaram que o toque e o afeto são fundamentais para o desenvolvimento das crianças. Mas não é só isso. Ter como referência pais que são carinhosos um com o outro também é muito positivo – tanto para os pequenos quanto para os adultos. “O sentido de casal não pode sumir, ele é a estrutura da família. Nem sempre é simples, mas é preciso achar estratégias para manter esse carinho e desfrutar da própria companhia”, diz a sexóloga Carolina Ambrogini, colunista da CRESCER.

Na casa da servidora pública Josie Pretto, 42, e do médico anestesio Giorgio, 40, essa dica é seguida à risca. Todos os dias, depois de jantarem e colocarem o filho Gabriel, 5, para dormir, eles tiram um tempo para ficar a sós, conversar, tomar um vinho… “A gente começou a perceber que isso contribui também para a harmonia da casa e esse clima mais leve contagia o Gabriel”, diz Josie. Ela lembra de um episódio em que o filho ficou na porta da sala com uma flor, esperando a avó voltar de viagem. “Quando contei a cena para a nossa funcionária, ela falou ‘É óbvio que ele agiria assim, ele vê o jeito carinhoso como você e o Giorgio se tratam. Ouvir isso foi muito especial”, conta.

E aqui vale um lembrete: ser carinhoso não tem a ver só com demonstrações físicas de afeto. Mesmo casais que já não vivem mais juntos podem, sim, mostrar para as crianças que a relação de proximidade, preocupação e respeito permanece. Perguntar se está tudo bem, agradecer por compartilhar as tarefas com as crianças, dizer “por favor” e “obrigado” já é um ótimo começo.

Diálogo e solução de conflitos

Para a psicóloga Rita Calegari, existe uma confusão sobre o que entendemos por relacionamento saudável. No fim das contas, tentar manter a fachada de “casal perfeito mais atrapalha do que ajuda. A lógica de que “meu filho não pode saber que estamos passando por uma fase difícil” precisa ser deixada para trás.

Quando as coisas não vão bem, ser aberto e franco – usando o bom senso e respeitando o nível de discernimento das crianças, é claro – faz com que elas se sintam mais seguras e entendam que nenhuma situação é difícil a ponto de não ser resolvida. “A gente tem uma ideia errada de que só as relações perfeitas ensinam e trazem coisas positivas. Às vezes, o medo e a fragilidade ensinam muito mais”, diz.

É na hora da dificuldade, aliás, que os pequenos começam a aprender que os fracassos e conflitos fazem parte do processo (e que não há nada de errado nisso). “Os pais precisam resolver suas diferenças de forma equilibrada e respeitosa, sempre mostrando que estão trabalhando para melhorar. Esse é mais um jeito de ensinar sobre resiliência e adaptação”, explica Loretta Campos. Um bom exercício para colocar em prática, não?

Para colocar em prática

A PSICÓLOGA RITA CALEGARI DÁ DICAS DE ATITUDES CORRIQUEIRAS QUE PODEM MUDAR (PARA MELHORI) O RELACIONAMENTO DO CASAL E DA FAMILIA:

SIM

Conversar olhando nos olhos.
Dar beijos de bom-dia e de boa-noite.
Avisar sempre que chegar ou sair de casa.
Agradecer quando receber ajuda.

NÃO

Gritar ou alterar o tom de voz durante as discussões.
Usar palavras de baixo calão.
Mexer no celular durante as refeições em família.
Criticar o parceiro na frente das crianças.

Matéria original da Revista Crescer.

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Educação fora da escola: 6 maneiras de reforçar o aprendizado do seu filho

Educação fora da escola: 6 maneiras de reforçar o aprendizado do seu filho

Livros, jogos, aplicativos, brinquedos e as atividades do dia a dia são jeitos gostosos de acompanhar em casa a relação das crianças com esse aprendizado.

J  a…bu…ti…ca…a…b… ba! “Jabuticaba!” Você consegue se lembrar qual é a sensação de decodificar uma palavra? E a de acertar uma conta? Lidar com letras e números traz descobertas incríveis. Por isso mesmo, merece ter continuidade também fora da escola.

Na leveza do aprender em casa, a família ganha uma chance de deixar a ansiedade de lado e entrar no tempo da criança. “É uma delícia ver as

 hipóteses equivocadas e seu percurso de pensamento”, diz a pedagoga e especialista em alfabetização Denise Pinhas.  Ou seja, esse assunto é bem mais do que aprender a contar de 1 a 10 ou decorar o alfabeto. Trata-se de um processo de aquisição de cultura, de entendimento da sociedade em que vive e de como se comunicar e compreender questões emocionais e práticas da vida. Veja o que você e o seu filho podem fazer no dia a dia para criar mais intimidade com as palavras e os números. 

NA PRÁTICA

O cotidiano vai dar várias ideias para o seu filho ter mais contato com letras e números: como fazer pequenas somas de itens encontrados em casa, numerar partes do corpo, até chegar ao raciocínio de compras e trocos. “Ler a instrução do brinquedo, escrever junto bilhetes na agenda para a professora, ler o cardápio e escolher o prato no restaurante, ter o convite de um aniversário pregado na geladeira para consultar quando e onde será, tudo isso colabora”, diz a educadora Marina Poladian. São oportunidades de entender os vários contextos do uso da escrita e dos cálculos.

JOGOS E BRINQUEDOS

Há as tradicionais palavras cruzadas, mas também vários kits com alfabetos e números (de madeira, plástico, de ímãs para geladeira). E do que e com o que você brincava? “Busque referências da sua própria infância: de que jogos gostava? Stop? Memória com letras? Lince? Compartilhe com o pequeno. Para os menores: escrever com canetinha, lousas de giz, lousas mágicas, caça ao tesouro com pistas, blocos com letras e números, peças de encaixe. Para os maiores, alguns jogos mais estruturados, como o Detetive, Cara a Cara, Master”, indica Marina. Mais dicas: se o kit de brincar de médico vem com um receituário, pronto, é hora de escrever (com as cobrinhas mesmo!) do que o “paciente” precisa. Se o faz de conta é de restaurante, além de anotar os pedidos, também dá para contar o estoque: quantas laranjas, uvas ou talheres tem na caixa?

Curly-haired boy in striped t-shirt with hands behind head lying on grass smiling and sticking out tongue.

POESIA, ADIVINHAS, CHARADAS

A poesia e as brincadeiras frasais, como adivinhas, trava-línguas ou perguntas “inúteis” como as charadas, quebram essa relação de “verdades e significados” com a palavra. A vida toda brincamos com as palavras, trocamos sentidos, podemos inventar maneiras de dizer o que sentimos. Por isso, o som da palavra e os seus significados podem dar sentido musical aos modos de escrita, do mesmo modo que as cantigas tradicionais.

historias-antes-dormir

LIVROS 1, 2 E 3!

A qualidade dos livros para a infância, com conteúdos de não ficção como ciências ou biografias, aumenta e melhora (ufa!) cada vez mais. Abecedários e obras que ensinam números entram nessa seção. Para todas as idades, abra, divirta-se e apresente à criança o que for mais interessante. Como referência para mostrar o de 1 a 10, Uma Lagarta Muito Comilona (Eric Carle, Ed. Callis) e Dez Patinhos (Graça Lima, Ed. Companhia das Letrinhas).

SIGA OS CLÁSSICOS

Como a oferta de “programas educativos” é grande, tanto na TV quanto em canais no YouTube, a dica é seguir mestres do ramo, como o norte-americano Jim Henson, o criador de Vila Sésamo, que há 50 anos nos mostra que ao lado do “educativo” tem de vir sempre o “criativo”. Pela emoção, pelo humor, pelo estranhamento, seja o que for, os pais devem ser surpreendidos e sensibilizados. Além das dezenas de esquetes de Garibaldo, Elmo e sua turma, há o adorável Alfabita, do Mundo Bita, e o mais recente Frankie e Frank, curtas exibidos no NickJr.

ABC NO DIGITAL

Existe uma porção de jogos para celular e tablet para distrair as crianças. No entanto, Marcelo Jucá, escritor, educador e pesquisador do mundo digital, alerta: “No universo de apps encontramos muita coisa mal feita, sem cuidado, ruim. Mas há os que se destacam por conseguir unir, de formas diferentes, o pedagógico e o lúdico ao mesmo tempo. A escolha das cores, da programação e a forma de transmitir os conteúdos faz muita diferença”, diz Marcelo. Entre as dicas do especialista, para brincar com as letras estão o LetterSchool – Escreva Letras!, o Jardim das Letras e o Icruzadinha. No “superapp” Bini Bambini, já há vários tipos de jogos. Todos disponíveis para Android e iOS.

 

Conteúdo original da Revista Crescer. 

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Estudar em casa

estudar em casa

O isolamento social levou muitos colégios a aderirem o ensino a distância. Com o Educar não foi diferente, estamos utilizando a tecnologia a nosso favor, mas compreendemos as dificuldades de conciliar os filhos em casa com a rotina home office. Por isso, separamos 6 dicas para ajudar você e seus filhos a criarem o hábito do estudo em casa!

Entendemos que na situação que vivemos agora é um pouco difícil de aceitar e muito distante da realidade que estávamos inseridos a duas semana atrás. O medo e a ansiedade com os problemas atuais estão presentes a todo tempo, mas precisamos controlar isso para permanecermos bem e para conseguir cuidar das crianças, afinal, elas também não estão acostumadas com toda essa rotina. Portanto, comece o dia respirando e ciente de que é uma fase que exige novos hábitos e atitudes. Por isso, separamos algumas dicas para você e os pequenos conseguirem lidar melhor com esse novo cotidiano.

CRIE UMA ROTINA

A organização é essencial para que o trabalho e os estudos em casa funcionem. Por isso, estipule horários, essa medida ajuda a organizar o tempo do estudante, o que contribui para que ele consiga administrar melhor as demais atividades do dia a dia. Mantenha os hábitos de acordar e dormir nos mesmos horários. A rotina definida garante previsibilidade e segurança para as crianças.

ESTABELEÇA UM LOCAL ADEQUADO

Quando o despertador tocar, é a hora de se levantar e "ir" para a escola, como se fosse sair de casa. Então, acorde no horário, tire o pijama e o mais importante, coloque o aluno em um espaço apropriado para estudar. Assim, poderá guardar de forma organizada os materiais que necessita para realizar as atividades, como cola, tesoura, livros, revistas, jornais, entre outros. Para ajudar, faça um cronograma do dia, mostrando qual é o horário de começar e terminar as atividades.

FAÇA INTERVALOS PARA SE CONECTAR COM AS CRIANÇAS


Se possível, faça intervalos no trabalho para interagir com as crianças. Não precisam ser tempos longos, 10 minutos podem ser o bastante para eles se sentirem mais acolhidos e criar um vínculo maior. Outra estratégia interessante é fazer atividades junto com as crianças. Cozinhem juntos, almocem juntos, tomem banho juntos, conversem ao final do dia, dividam suas experiências, avaliem o que deu certo, o que deu errado e o que pode melhorar. Construam vínculos fortes não só para o dia seguinte, mas para toda vida.

NÃO ASSUMA A ATIVIDADE DO FILHO

É imprescindível que os pais auxiliem seu filho e esclareçam possíveis dúvidas na hora da execução da tarefa, mas nunca assumam a atividade para si. Essa atitude ajuda o professor a medir o grau de dificuldade e o nível de conhecimento da criança ou adolescente.

ESTIMULE O INTERESSE PELO ESTUDO

Na maioria das vezes o estudo não é visto com bons olhos, pois ocupa um tempo em que a criança poderia brincar, assistir à TV, jogar no computador, etc. Então, é recomendável que os pais estimulem seu filho a desempenhar a tarefa diariamente destacando os ganhos em aprendizagem que seu filho pode ter com essa atividade. Outro aspecto fundamental é a família também demonstrar interesse e entusiasmo pela produção da criança. Incentivar o filho a interpretar, avaliar e sintetizar a tarefa e assim trocarem ideias sobre o aprendizado.

Fontes: Revista Crescer e Revista Direcional Escolas. 

MANTENHA A CALMA

É preciso cuidar das próprias emoções para não afetar as crianças. A agitação dos pais pela ansiedade e medo é percebida pelos filhos e isso afeta a forma como todos se comportam. Assim, é necessário ser honestos com os pequenos. Contar o que está acontecendo, explicar sobre os cuidados que precisamos ter em casa. É importante destacar que não precisamos transmitir medo ou preocupação excessiva, mas deixar as crianças saberem o que está acontecendo com o mundo de forma clara. Este momento é um convite para que os filhos se sintam parte da família e possam, inclusive, propor soluções para os dilemas de casa. As crianças querem se sentir pertencentes e, quando se sentem melhor envolvidas nas questões de casa, tendem a colaborar mais.

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Crianças em casa, e agora?

Crianças em casa, e agora?

A necessidade de suspensão das aulas em decorrência ao Coronavírus pegou todos de surpresa e apesar de ser uma medida necessária para a saúde de todos, ninguém estava preparado para ter as crianças em casa. Sabemos que isso gerou aquela dúvida: “E agora, o que eu faço?”
Bom, separamos algumas dicas para se divertir e se entreter nesse momento de distanciamento social.

Todos estão cientes da situação atual no mundo. O coronavírus, que teve seu primeiro caso em nosso país no último mês, tem se espalhado de maneira rápida e por isso, não podemos deixar que a situação se torne ainda mais alarmante. Com isso, vários órgãos e estabelecimentos tem anunciado paralisação das atividades para manter a segurança geral. E com as escolas não foi diferente, após determinação da Secretária de Educação, as instituições devem parar as suas atividades afim de minimizar o contagio do vírus. Em função disso, vários pais foram pegos de surpresa com esse período das crianças em casa, mas não se preocupe, o Colégio Educar separou algumas dicas para aproveitarem esse momento se divertindo, mas em segurança.

Lembrando,

a paralisação não deve ser considerado período de férias. Não marquem viagens ou façam passeios sem necessidade. Apesar de não haver motivo para pânico, quanto mais ficamos em casa, mais protegidos permanecemos.

Faça um cinema em casa

Se até os cinemas estão fechados, por que não aproveitar e fazer a sua própria sessão? Reserve a pipoca com algumas guloseimas e assistam algo que agrade a todos. Pode até ser aquela série que você gosta.

Leiam um livro juntos

Além de ser educativo, ler pode ser um ótimo passatempo, além de deixar as crianças bem entretidas. Interpretem os personagens em voz alta e contem um ao outro o que acharam de cada capítulo. Que tal um clube do livro? Pode ser muito divertido.

Pinte

Façam desenhos, pinte com lapis de cor, com tinta ou giz. Se não sabe desenhar, baixe os desenhos da internet e imprima para colorir. Deixe a arte fluir nas crianças.

Faça massinha de modelar caseira

Além de divertido, vai deixar as crianças entretidas por um bom tempo. Não tem muito segredo para brincar, é só deixar na mão dos pequenos e ver as artes aparecerem. E é muito fácil de fazer, você vai precisar de:
1 xícara de sal
4 xícaras de farinha de trigo
1 xícara e meia de água
3 colheres de sopa de óleo
Corante alimentício


Preparo: Em uma vasilha grande misture a farinha e o sal em seguida adicione a água e o óleo. Misture até que todo o conteúdo forme uma massa homogênea. Se ficar muito mole você pode adicionar mais farinha, e se ainda estiver seca e quebradiça adicione mais água. Depois, só adicionar o corante, que não é um item obrigatória, caso queira, pode deixar branca, ou dar cores com produtos naturais como colorau.

Ouçam música e dancem na sala

Coloque aquela música que as crianças gostam, afastem o sofá e dancem na sala. Vale até olhar vídeos de dança e tentar imitar.

Façam fotografias

Tirem selfies juntos, seja sorrindo, brincando ou fazendo caretas. Instigue seu filho a fazer fotos das coisas, pessoas e ambientes da casa. Fotografar pode ser um ótimo hobby e vai ocupar um bom tempo da criança. Além disso, olhem fotografias antigas, relembre momentos e compare como estão agora.

Sejam criativos, inventem ou alterem brincadeiras, aproveitem essa oportunidade juntos para se divertir e deixar o momento mais leve. Mas não deixe de incentivar os estudos, é muito importante que a criança mantenha em mente que não está de férias e se possível, estude as matérias e conteúdos já aplicados em aula.

Fique sempre ligado em nosso site e redes sociais para conferir as últimas informações.

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Hora da folia

Hora da folia

Carnaval chegando, todo mundo se preparando para aproveitar o feriadão. Mas fica aquela pergunta, e com as crianças, como eu faço? Pois bem, temos a solução para você! Selecionamos algumas opções para você curtir o feriado do lado de quem você mais ama.

E finalmente chegou aquele momento de tirar a fantasia do armário, preparar os confetes e cair na folia. Mas como aproveitar com as crianças? Apesar do Carnaval ser uma festa que possa causar um certo receio de levar as crianças para a multidão, temos opções tanto para quem quer ficar em casa, quanto para quem quer aproveitar nas ruas. Confira!

Bloquinhos de rua

Apesar de parecer impossível ser algo convidativo a crianças, existem bloquinhos de rua específicos para levar a garotada. Além de terem músicas direcionadas aos pequenos, ainda tratam de alguns temas que abordam conscientização, como meio ambiente. São frequentados em massa por famílias, o que deixa o ambiente mais leve e sem tanta muvuca. É a melhor opção para quem quer ter uma experiência típica de carnaval com as crianças e acima de tudo, manter a segurança (Mas lembre-se, por ser na rua, mantenha atenção).

Parque

Quem disse que não dá pra curtir um parque no carnaval? Afinal, é feriado, aproveitar ao ar livre é sempre uma ótima opção, ainda mais para quem vive na rotina da cidade. Andem de bicicleta, patins, skate. Façam aquele piquenique caprichado, com comidas leves, sucos e frutas. Brinquem na grama, joguem bola, observem as nuvens no céu. São infinitas possibilidades, usem a criatividade e se divirtam!

Museu

Pera aí, museu em pleno feriado? Sim! Exposições podem ser uma ótima e divertida opção para aproveitar esse momento. Procure por exposições interativas, com atividades lúdicas e que chamem a atenção das crianças, como o Catavento Cultural ou museu do futebol. Além de divertido, é uma oportunidade para as crianças aprenderem brincando.

Prefere o sossego?

E para quem prefere ficar em casa, ainda dá para se divertir muito junto com as crianças. Que tal montar cabanas improvisadas com lençóis e cadeiras? Aproveite e monte um belo piquenique na sala, com vários lanchinhos gostosos para sair um pouco da rotina. Deixe que eles se fantasiem e se fantasie também. Faça brincadeiras, jogue jogos de vídeo game ou tabuleiro, mas tente incluir a família toda. E um cineminha em casa? Assistir algum filme legal com os pequenos comendo uma pipoca é uma experiência única, pegue aquele filme que você gostava na infância ou algum que vocês ainda não tenham assistido e curta esse momento junto com eles.

Seja em casa, nos bloquinhos, no museu ou em qualquer lugar, o mais importante é a família se divertir junto e permanecer unida, pois esses serão os momentos que ficarão marcados na vida de cada um. Bom feriado!

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É hora de aproveitar

É hora de aproveitar

As esperadas férias chegaram, mas você já sabe como aproveitar junto com as crianças? Siga as dicas e se divirta!

Enfim as tão sonhadas férias chegaram e os pequenos estão superanimados para se divertir o quanto puderem! Entretanto, os papais, mamães e a família toda têm que arregaçar as mangas, soltar a criatividade e se virar nos trinta para entrar no clima da criançada que está cheia de energia. Pois é! Nem sempre férias significam descanso para quem tem criança pequena em casa. Além de, em muitos casos, as férias dos pais não coincidirem com as dos filhos. Por isso, para aqueles que conseguem uns dias de folga, surge o desafio de distrair e ocupar o tempo dos pequenos durante o recesso. Mas calma… Se você não vai viajar e precisa urgentemente de ajuda para a diversão em casa, nós podemos ajudar.

Visitar um amigo ou familiar querido

Que tal tirar uma tarde para visitar um amigo querido, a vovó, os tios ou a dinda? Assim, vocês podem tomar um café e matar a saudade. Afinal, nada mais gostoso do que passar o tempo com pessoas que amamos, não é?

Fazer uma sessão cinema

Vocês podem escolher os filmes favoritos do seu pequeno e fazer uma maratona de filmes! Então, é só preparar a pipoca e começar o cineminha!

Desenhar e Pintar

Hora de soltar a criatividade! Portanto, peguem lápis, papel, giz, tinta e tudo que tiverem em casa para brincar de artista.

Brincar de massinha

Além de ganhar a atenção dos pequenos pela cor, a massinha de modelar é um ótimo recurso para fazer brincadeiras sensoriais. Para que ela possa ser usada sem preocupação, o ideal é que você mesmo prepare uma receita de massinha caseira, que, além de ser atóxica, se torna uma diversão barata e eficaz no desenvolvimento psico-motor do pequeno.

Cozinhar

Vocês podem escolher uma receita ou, até mesmo, fazer uma por dia! Pizza, bolo, sanduíches, panquecas! Assim, você vai descobrir que cozinhar com os pequenos pode ser um passatempo mais divertido do que você imagina!

Fazer um passeio ecológico

Além de divertido e saudável, vocês podem aproveitar para conhecer um lugar bem bonito da cidade, como parques e trilhas!

Criar um brinquedo

Ainda na pegada “faça você mesmo”, que tal fabricar um brinquedo com embalagens recicláveis?

Acampamento em casa

No quintal com barracas e lanternas ou, atém mesmo, na sala de casa com edredons e travesseiros. Com um pouco de imaginação, esse acampamento vai ser a maior aventura!

Dia da faxina

Ajudar nas tarefas domésticas é muito importante para o desenvolvimento do seu pequeno, então, que tal unir o útil ao agradável e transformar o momento da faxina em pura diversão? Vale, também, colocar música e fazer brincadeiras enquanto deixam tudo bem limpinho!

Começar uma coleção

Pode ser figurinhas, cartões, adesivos ou o que preferirem! Afinal, quem não adorava colecionar itens e objetos na infância?

Fazer um tour pela cidade

Vocês podem ir a lugares que nunca foram ou voltar aos seus lugares favoritos da cidade! Até o próprio trajeto já será divertido, seja de carro, a pé, bicicleta, metrô ou ônibus.

Montar uma peça de teatro

Vocês podem criar uma história e interpretá-la de maneira divertida! Inclusive com direito a personagens, fantasias e cenários.

Fazer um desfile de modas

Que tal pegar as roupas do armário e fazer diferentes e divertidas combinações? Também pode ser muito engraçado!

Contação de histórias

Outra ideia é pegar os livros favoritos do seu pequeno e fazer uma contação de histórias! Um pode contar a história para o outro!

Personalizar roupas

Que tal pegar aquelas roupas que estão esquecidas há algum tempo e customizá-las? Para isso vale pintar, cortar ou enfeitar com brilhos e fitas!

Fazer um karaokê

Cantar é sempre uma delícia! Por que não fazer um karaokê com as músicas preferidas?

Piquenique

Vocês podem preparar lanchinhos gostosos e saudáveis e escolher um lugar bem bonito e agradável para fazer um piquenique. Também vale o quintal de casa!

Tirem fotos

Que tal uma sessão de fotos? Pode ser em casa ou durante algum passeio. Essa é uma ótima maneira de registrar as lembranças das férias.

Fazer fantoches

Com meias, papel, caixas ou garrafas vocês podem fazer fantoches divertidos para brincar

Noite do pijama

Você pode convidar alguns amiguinhos ou os primos do seu pequeno para uma noite do pijama com muitas brincadeiras, filmes e jogos!

Pista de dança

Vocês vão ver como a sala de casa pode se tornar uma super pista de dança! Para isso, basta arrastar um pouco os móveis e colocar o som na caixa!

Matéria original do blog Leiturinha.

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16 dicas para a volta às aulas sem estresse

16 dicas para a volta às aulas sem estresse

Esse período pode gerar uma série de expectativas na família. Enquanto os pais têm de dar conta do material escolar, uniforme e lanche, os filhos ficam ansiosos diante dos desafios que vêm por aí. Veja como organizar melhor a sua vida – e a das crianças – para todos enfrentarem essa época com leveza e tranquilidade

O período de volta às aulas sempre traz uma dose, maior ou menor, daquele friozinho na barriga. Depois de um tempo de descanso, com regras mais frouxas, a família tem de enfrentar a velha – ou, em muitos casos, nova – rotina, com agenda cheia e horários rigorosos. Sem falar nos preparativos para que tudo funcione, do uniforme em dia ao cardápio do lanche. Não é à toa que, de acordo com uma pesquisa feita nos Estados Unidos por uma empresa farmacêutica com mil pais e mães, oito em cada dez demonstraram algum nível de ansiedade nessa época –  sendo que 47% disseram ter mais trabalho do que nas festas de fim de ano. Alguém se identifica?

Para que você também foque no essencial, sem se perder em meio a tantos compromissos pelo caminho, fizemos uma lista com as 16 melhores dicas para um retorno às aulas mais tranquilo. Confira!

  1. Coloque muitos ajudantes na roda

    E isso vale para todos os moradores da casa, incluindo as crianças. Ao fim das férias, reforce para que o seu filho dê uma mão em algumas atividades domésticas. Uma ou duas semanas antes do retorno aos estudos, lembre-o que agora a vida está ficando “séria” outra vez, ou seja, é preciso deixar a casa em ordem. O que significa guardar os brinquedos, tirar os pratos da mesa no fim da refeição, arrumar a cama, entre outros afazeres, de acordo com a idade dele – a partir dos 2 anos, a criança pode ajudar com os brinquedos; com 4 anos, já pode colocar as roupas sujas no cesto; com 6, pode ajudar a arrumar a cama, por exemplo. A personal organizer Rafaela lembra que é importante manter uma constância para que a atividade se torne um hábito. “Isso vai aliviar a carga dos pais e, ainda, fazer com que seu filho aprenda a ser mais organizado”, diz. Ganham todos!

2. Sono e alimentação nos trilhos

E por falar em antecipar, o ideal é voltar à rotina alguns dias antes do início do ano letivo. Isso significa que tanto o sono (incluindo as sonecas) quanto a alimentação das crianças já devem estar normalizados quando as aulas começarem, aconselha a pediatra Daniela Piotto, do Fleury Medicina e Saúde (SP). “Tem gente que quer aproveitar até o último minuto, mas a recomendação é que a criança tenha pelo menos uma semana para se ajustar aos horários e não começar as aulas cansada”, explica.

3. Corre-corre organizado

Acordar, escovar os dentes, tomar café, colocar o uniforme, preparar o lanche… São muitas as tarefas que filhos e pais têm de fazer logo cedo. Para não se atrapalhar, o jeito é deixar o que puder já pronto no dia anterior (como a mesa posta parcialmente e a mochila arrumada, por exemplo). É o que faz a auditora Karla Cabral, mãe de Enzo, de 1 ano e 9 meses, que estuda em período integral. “Quando ele acorda, estou pronta para o trabalho e tudo em casa já está preparado. É só comer, trocar de roupa e ir para a escola”, diz. Para dar conta, ela costuma sair da cama uma hora antes do menino.

4. S.O.S. tecnologia

Lance mão de aplicativos para facilitar o dia a dia, especialmente nessa época tão atribulada de retomada do ano letivo. Para começar, que tal buscar um que faça comparação de preços – como o app do site Buscapé – na hora da compra do material escolar? Se precisa de ajuda na organização, o Todoist é uma ferramenta que gerencia listas de tarefas, que podem ser sincronizadas entre diversos dispositivos, como smartphones, computadores e tablets. As aulas nem começaram e você já está com a cabeça cheia de preocupações? Vale procurar, então, um app de meditação guiada, como o Simple Habit. Todos são gratuitos e disponíveis para Android e IOS.

5. Birra nessa altura do campeonato?

Não bastasse essa “maratona” todas as manhãs, pode ser que você ainda tenha de lidar com o chororô do seu filho. Os motivos variam. Ele pode se recusar, por exemplo, a levantar da cama, a colocar o uniforme e, principalmente, a realizar tudo no tempo dos adultos. “Para que ninguém se atrase, é comum os pais fazerem tudo pela criança”, diz a psicóloga Mariana. Mas saiba que envolver seu filho pequeno no processo aumenta as chances de ele colaborar – isso significa deixar que ele faça, com supervisão e aos poucos, coisas que já consegue por si próprio. Se a birra continuar, vale uma conversa com os professores para investigar se não aconteceu nada na escola, como uma briga com um colega, que o tenha aborrecido.

6. Registre, celebre!

Material devidamente etiquetado, família alimentada, mochila pronta. Não falta mais nada, certo? Sim, falta o registro! Algumas famílias têm o hábito de tirar uma foto do primeiro dia de aula, todos os anos. Pode ser em casa ou na porta da escola. “Além de ser uma bela recordação, transmite uma mensagem de que esse dia deve ser comemorado”, explica a psicopedagoga Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). Focar no lado bom da volta às aulas, como celebrar e marcar a data, matar a saudade dos colegas e a possibilidade de fazer novos amigos, segundo a especialista, é a melhor maneira de tornar a transição mais leve para as crianças.

7. Reforço positivo

E já que se trata de um dia especial, com todos envolvidos nos preparativos, nada mais adequado do que uma roupa nova para acompanhar, não? Como a maioria das crianças usa o uniforme da escola no dia a dia, pode ser um tênis, meia, calcinha/cueca diferente ou outro acessório, desde que comprado especialmente para a volta às aulas. Uma medida simples, mas marcante.

8. É verdade este bilhete

Crianças menores podem sofrer mais com a distância de casa. Para amenizar a saudade, faça um desenho (ou cartinha, caso seu filho já saiba ler) especial para colocar na lancheira. Assim, ele vai ter uma surpresa gostosa na hora do recreio! A pediatra Daniela recomenda também que a criança, especialmente aquela que vai para a escola pela primeira vez, leve o que os especialistas chamam de objeto de transição. Pode ser um brinquedo, uma pelúcia, a “naninha”, enfim, algo trazido de casa que seja um substituto da presença dos pais e dê segurança.

9. Galeria de arte

Em breve, seu filho vai trazer para casa parte dos desenhos que produz na escola. Para que ele se sinta valorizado, o que vai ajudar na adaptação, escolha uma parede para pendurar as principais “obras” dele. Elas podem ganhar destaque ainda maior se você usar adesivos em forma de moldura (e colar os desenhos no centro) ou molduras de madeira, mas sem o vidro.

10. Direto no emocional

As aulas já começaram e as coisas parecem fluir bem. Mas o seu filho fala pouco sobre o que está acontecendo por lá. O que fazer? Claro que você pode conversar diretamente com professores e educadores, porém, se quiser ouvir também da boca do pequeno, mude as perguntas. Para a psicopedagoga Isa Minatel, autora de Crianças sem Limites(Editora Chiado Brasil), o caminho é ser mais direto, sempre com destaque aos sentimentos: alguma brincadeira deixou você feliz? Alguém fez você chorar? Aconteceu alguma coisa que fez você ficar bravo? “A emoção é a cola da memória. Então, basta que os adultos provoquem esses ‘gatilhos emocionais’ para despertar as lembranças”, resume.

11. Muito além do grupo do Whatsapp

Aproximar-se de outros pais da escola, aqueles que você vai encontrar em festas e eventos, também é importante para dividir as angústias. Vocês estão no mesmo barco, afinal. Tanto que, no Colégio Oswald de Andrade (SP), por exemplo, a direção promove uma reunião de acolhimento para os novos pais antes do início das aulas. Nesse encontro, aqueles que já têm filhos que estudam na instituição são convidados a compartilhar suas experiências. “Conhecer o espaço, as pessoas e as outras famílias que fazem parte da escola é fundamental para deixar todo mundo mais tranquilo”, explica a pedagoga Nana Giovedi, diretora da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I da instituição. Que tal convidar mães e pais para um café e tornar isso um hábito ao longo do ano?

12. Lancheira fácil e saudável

A correria não pode ser desculpa para o seu filho comer guloseimas no lanche todos os dias, seja em casa, seja na escola. Priscila Maximino, do Centro de Dificuldades Alimentares do Instituto Pensi (SP), reforça que o segredo é planejamento. No quesito praticidade, ela lembra que as frutas in natura são a melhor opção: deixe tudo higienizado com antecedência na fruteira ou na geladeira.
Também dá para preparar pães e bolos caseiros nos finais de semana e congelar tudo em porções individuais. Já pastas e patês (de ricota, azeitona, frango etc.) duram de três a quatro dias sob refrigeração. E ninguém está proibido de comprar alimentos industrializados vez ou outra, ressalta a especialista. 

13. Tempo junto

conexão entre filhos e pais é a base para uma boa adaptação escolar, do berçário ao ensino médio. “Quando esse vínculo é saudável, as crianças têm mais facilidade para lidar com mudanças, adversidades e estresse”, afirma a psicóloga Isa Minatel. Daí a importância de cultivar momentos que favoreçam essa ligação, que pode ficar em segundo plano por conta das agendas lotadas dos adultos e até mesmo das crianças. Pode ser um filme no fim do dia, fazer um bolo no domingo, ler uma história antes de dormir. “Esse tempo a sós com o seu filho (e longe do celular!) vai se tornar inesquecível”, completa Mariana Paz.

14. Ócio criativo

A volta às aulas pode aumentar as dores de cabeça, literalmente, entre as crianças. É o que mostra um estudo feito pelo Nationwide Children’s Hospital, da Universidade Estadual de Ohio (EUA), com aproximadamente 1,3 mil jovens de 5 a 18 anos. Os cientistas apontam que os motivos vão desde estresse, uso excessivo de telas a noites maldormidas – e até mesmo hidratação inadequada. Para evitar o problema na sua casa, a psicopedagoga Quézia, da ABPp, sugere que os pais ajudem os filhos a organizar uma agenda de estudos focada. O que inclui um cantinho arejado e bem iluminado para fazer as lições. “Sem esquecer, claro, do tempo livre para aproveitarem como quiserem. Do contrário, as crianças vão apenas cumprir tarefas no automático, em vez de aprender a tomar decisões sozinhas”, diz.

15. Está na mesa

Inúmeros estudos mostram os benefícios das refeições em família. Uma das pesquisas mais recentes sobre o assunto, feita pela Universidade de Montreal (Canadá), por exemplo, mostrou que as crianças que rotineiramente reuniam-se à mesa com os familiares eram mais ativas e consumiam menos alimentos gordurosos, além de serem menos agressivas. Por isso, na volta às aulas inclua o hábito de fazer pelo menos uma refeição ao dia com todos da casa. E, naquele momento, nada de cobrar a lição, falar do trabalho escolar pendente ou dar bronca por causa do boletim. Isso vai desviar o foco não apenas dos alimentos, como também dessa oportunidade de troca em família.

16. O tempo fortalece

Sim, aquele friozinho na barriga é esperado nesse período. Se notar que o seu filho está ficando nervoso além da conta, reforce que ele pode contar com você sempre. Na primeira semana (ou semanas, dependendo da adaptação do pequeno), fique de sobreaviso no trabalho, já que você pode ter de voltar à escola para buscá-lo no meio do expediente. Outra dica é contar para o seu filho como era na sua época, enfatizando que é normal sentir medo. “As crianças adoram os relatos dos adultos. E essa atenção especial vai mostrar a elas que os pais estão ali não por obrigação, mas porque têm prazer em acompanhar o desenvolvimento delas”, diz a psicóloga Mariana. E se, mesmo após esses ajustes todos, você também continuar com o pé atrás, dê tempo ao tempo para a rotina se encaixar. “Mar calmo não faz bom marinheiro”, lembra a psicóloga Isa Minatel, citando o ditado popular. “As adversidades servem para nos fortalecer”, completa. O que vale tanto para você quanto para o seu filho

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